19.10.08
UberDojo02 no Coding Dojo 55
- Código: no github
Na última segunda-feira rolou a edição número 55 do Coding Dojo. Ela foi, em muitos sentidos, especial. Para começar, o Danilo Sato estava presente acompanhado de um colega da Toughtworks, George Malamidis. Além disso, o dojo não foi realizado no IME/USP e sim na casa do Thiago Colucci (que fica “perto” da USP). Por fim, o dojo foi feito no formato UberDojo que vou explicar a seguir.
Usamos duas mesas que representaram duas linguagens (Haskell e Ruby) e cada lado da mesa representou um problema (Bank OCR e Minesweeper). Tivemos então 4 notebooks nos quais 4 pares codaram ao mesmo tempo. Tivemos turnos de 7 minutos como sempre e, ao término do turno, o co-piloto virava piloto, o piloto ia para a “platéia” e alguém da platéia virava co-piloto. Isso era feito tentando evitar que as duplas se repetissem e que as pessoas caissem no mesmo conjunto problema/linguagem muito freqüentemente. Fizemos isso durante pouco mais de uma hora e estávamos em 10 pessoas da velha guarda (Danilo, Thiago além de Fabricio, Jacqueline, Yoshi, Mariana, Breno, Adolfo e eu) e 4 novatos (George, Renato Willi, Bruno Pedroso e Rafael Schouery). Assim sempre sobravam 6 pessoas não programando para fazer as pizzas que acompanharam (Yoshi, Breno e Jac principalmente cuidaram disso, valeu!) e aprender um pouco vendo os outros programarem.
Demoramos um bocado para escolher os problemas e linguagens assim como para configurar o ambiente inicial nas quatro máquinas para que eles ficassem fáceis de usar para todos. Os turnos foram muito intensos e a galera estava em animada e falando alto procurando ajuda do pessoal que estava livre. Rolou uma boa troca de conhecimentos apesar de não ter tido o telão. O pessoal se divertiu bastante inclusive os novatos que agüentaram muito bem o tranco apesar de terem achado o tempo dos turnos muito curtos.
Em retrospectiva, percebemos que boa parte dos nossos problemas vieram da pressa para tentar dar passos grandes e não gastar um tempinho explicando ao novo co-piloto o que estava acontecendo e quais eram os próximos passos. Também concordamos que esse exercício requer participantes que já saibam bem trabalhar com TDD (Desenvolvimento Dirigido por Testes) e que, apesar de ser mais divertido e excitante que o dojo normal, não podemos manter esse formato em todas as sessões. Decidimos então que faríamos uma sessão desse tipo por mês. Também gostaríamos de ter feito uma retrospectiva mais adequada (ficou só na conversa a retrospectiva que fizemos).
Acho que é isso. Se tentarem isso, por favor, mandem-nos feedback a respeito.
Até o próximo dojo pessoal!