13.11.08

Dojo 56 – (Testes do) Amigo Secreto… em Python

Posted in Dojo, python at 8:33 am by marivb

  • Data: 03/11/2008
  • Participantes: R, Leo, Breno, Jac, Mari, Marcelo, Gola, Lameiro, Thiago, Pedro, André, RIcardo, Bani, Juca, Hugo
  • Problema: Amigo secreto sem sorteios na mesma família, em Python
  • Código: http://github.com/dojosp/participant-s-projects/tree/master/57-secret-santa

Puxa, tinha realmente muitas pessoas nesse Dojo! Começamos com sugestões de três problemas interessantes, mas por votação descartamos “Corrida de vetores” e “Números espaçados” para fazer o amigo secreto sem sorteios na mesma família. O Natal se aproxima!

Votamos pela linguagem também, e no final Python ganhou de Haskell por 1 voto. Read the rest of this entry »

03.11.08

Latinoware 2008

Posted in Dojo, python at 4:40 am by fabsn

Durante a semana passada, estive no Latinoware a convite da associação Python Brasil, para realizar uma sessão de dojo em python, onde resolvemos o Entertainment, o mesmo problema do Uberdojo 3 (que ainda não tem post :P ).

A sessão foi muito boa, não devendo nada para um dojo em São Paulo, tinha por volta de 20 pessoas dentre elas o pessoal da comunidade Python (Luciano Ramalho, Marco André, Ramiro Luz, JS e o Rodrigo) entre outros participantes do evento. A princípio havia uma diferença bem nítida entre os participantes, algumas pessoas, eu inclusive, sabiam pouco ou quase nada de python, ao passo que a outra parte era formada por gurus. Muitas coisas deram muito certo, o parking-lot por exemplo ajudou bastante, toda vez que alguém dispersava com alguma discussão, rapidamente transformávamos o tópico em um postit amarelo informando que o assunto seria discutido após a retrospectiva. Aplicamos estritamente a regra de 7 minutos, mas quando o piloto não conhecia muito de python, e eventualmente perdíamos tempo discutindo, dávamos 2 minutro extras.

A culpa é do Fabs foi uma maneira muito divertida e interessante de tirar o medo de errar da plateia, permitindo que o moderador/culpado (o Fabs :p) pudesse lembrar os participantes das práticas do dojo, se desculpando por não ter ensinado corretamente ^.^.

Acatando espertamente o conselho do Hugo, tivemos uma longa retrospectiva de mais de uma hora, e foi pouco. Haviam muitos post-its vermelhos, mas os participantes estavam felizes com isso. Na maior parte dos casos, esses vermelhos eram discussões interessantes ou duvidas do tipo como começar um dojo.

Basicamente, entre as coisas negativas tivemos o equipamento, o formato da sala e alguns detalhes como não ter lousa. Dentre os positivos, eu particularmente achei que o fato de ser um minicurso, em uma sala pequena com, contribui para tudo correr bem. De fato, fazer dojo como fizemos no fisl, com uma platéia de 200+ pessoas é muito mais difícil.

Não conseguimos discutir todo o parking lot -.-, pois estouraríamos o tempo.

Eu também gostei muito de Foz, principalmente das cataratas. Você pode ver fotos da viagem no meu picasa , enquanto o Fernando Meyer não paga a conta que nos deve no Flickr.

Provavelmente, lá para o fim da semana, haverá um post sobre a viagem, no blog do vidageek.

Por fim, gostaria de deixar em nome do dojo, meus mais sinceros agradecimentos ao pessoal da Associação Python Brasil, que pode proporcionar ao nosso dojo ser divulgado ao me levar para falar no evento.

Valeu ^.^.

13.10.08

SuperDojo1 – Minesweeper

Posted in Ruby, UberDojo, python at 6:21 pm by adolfo

No último sábado, a AgilCoop promoveu o 1o. Encontro Ágil. Um dos pontos positivos, a meu ver, foi a disponibilização de uma sala destinada a debates de temas fora da grade do evento. E foi nesta sala, chamada de Open Space, que aconteceu o nosso primeiro SuperDojo.

Nesta nova modalidade, que só pode ser executada na forma de randori, a brincadeira é feita com um computador e sem telão. Escolhido o problema, piloto e co-piloto se reúnem no único computador ligado e codam, enquanto a platéia fala de assuntos diversos. Passados os 7 minutos habituais, o piloto vai para a platéia, o co-piloto assume o teclado e alguém da platéia, após 7 minutos de um papo descontraído, é surpreendido com aquele código legado. É bem interessante e desafiadora esta experiência de ser inserido num contexto e ter que continuar o problema tendo 7 minutos para aprender o código e mais 7 para colocar suas idéias nele.

Contamos um pouco do funcionamento das nossas reuniões para os novos participantes do grupo. Foi boa surpresa saber que eles ouviram falar do Dojo, encontraram informações no site do Danilo, e já realizaram duas sessões na empresa em que trabalham. Reafirmamos aqui o convite para que participem também das nossas sessões às segundas-feira, 20 horas, no IME/USP.

Em seguida, escolhemos o problema do campo minado e resolvemos programar em Ruby. Tivemos muito pouco tempo para codar, por conta da proximidade do encerramento do evento. Logo nos primeiros rodízios, o Fabs começou a resolver o mesmo problema com o Bruno em Python, em outro computador. Neste momento, não sei mais se estavámos no meio de um SuperDojo ou de um UberDojo.

Particularmente, eu achei a experiência muito desafiadora e divertida. Não é muito fácil se concentrar com o pessoal falando de vários assuntos e se ver no meio de um problema já começado e tendo 14 minutos para conviver com ele. Achei muito legal esta nova modalidade. Tomara que possamos praticá-la novamente!!

E vocês o que acharam? Que tal fazer a retrospectiva e parking lot nos comentários deste post?